Livre para expressar- Por Brendha Caldas

Este Blog é uma atividade que foi socilitada em sala de aula. E durante todo o ano estará sendo avaliado pelo Prof. Fábio Monteiro.

29 de junho de 2007

O País do Relaxa e Goza.

Que o Brasil é o país da diversidade, da folia, das festas, isso todo mundo já sabe. Que ele é o país do carnaval, da sensualidade, todo mundo também está cansado de saber. Agora o que eu não sabia era que ele também é o país do prazer, ou seja, do relaxa e goza.É isso mesmo, do relaxa e goza. Foram essas as palavras da nossa digníssima ministra do Turismo, Marta Suplicy, ao ser questionada sobre o caos aéreo que o Brasil vivia.
Dias depois dessas declarações (diga-se de passagem) tão excitantes, fiquei em casa meditando sobre tal discurso, e acreditem esta minha modesta imaginação foi longe. A vida da nossa ministra deve realmente ser um deleite sem fim. Pensem comigo. Quando, por exemplo, a pia da sua casa entope, ou aquele arroz que está cozinhando queima, ou a conta de luz atrasa e a companhia energética vem realizar o corte, imagem o que ele deve dizer?Hum…Relaxa e goza!(Esses exemplos são meramente ilustrativos. Somos ingênuos, mas não idiotas pra achar que ela possa vir a passar por isso.) Suponho que seja isso que ela diga aos seus secretários do lar.Afinal teria prazer melhor do que esse? Ou será que essa declaração sobre o caos nos aeroportos aconteceu justamente naquele dia que a excelentíssima acordou enamorada, encantada pelo amor? Como diz o velho ditado popular, tudo isso seria cômico se não fosse trágico.
Este país é realmente a terra da sinceridade. Aqui é assim, pensou?Falou! Não gostou?Hum…Então relaxa e goza!E assim continuamos, se Geraldo Vandré me permite, caminhando e cantando seguindo a canção…
O brasileiro é um povo de garra, de raça mesmo, disso eu não tenho mais dúvida. Afinal a gente passa por tantas coisas. É salário mínimo (que de mínimo tem até no nome), são os altos impostos (absurdos e maiores do que em muitos países desenvolvidos), é a corrupção estampada nos jornais todo dia( e que a cada dia fica mais nítida, e sempre acaba em pizza), são os abusos de poder(lembram daquela autoridade que fez o avião voltar porque ele chegou atrasado no aeroporto?) e tantas outras coisas mais que se eu fosse listar aqui, me faltariam tinta na impressora para imprimi-las.
Enquanto eu escrevo estava aqui pensando em uma crendice popular (nesse país de poucas esperanças, a gente só pode mesmo acreditar é nas crendices), falar em tantas desgraças pode atrair mais ainda não é?Será mesmo?Ai, ai…‘se amiorar’ estraga de vez. Então é melhor eu pensar somente nas coisas boas, muito embora eu saiba que elas jamais aconteceram. Será que virei uma pessoa tão cética?
Ah, já sei. Acho que vou começar a reescrever esse artigo mais positivamente. Vamos lá, eu consigo.(Consigo?)
Bom, pensamos na tal da gozada. Ela pode ser muito produtiva, afinal foi de uma gozada que nasceu Albert Einstein (sem ele o que seria da teoria da relatividade?), Isaac Newton (Teoria da Gravitação Universal.), René Descartes (pai da matemática moderna). Pensando dessa forma a gente pode ter esperanças que não vai demorar muito para acontecer uma gozada excepcional que trará ao mundo um grande cientista capaz de uma invenção mirabolante que possa tirar o Brasil desse lamaçal sem fim. E aí sim, as coisas vão deixar de acabar em pizza e em uma tremenda gozada.

Por Brendha Caldas 

criado por brendhacaldas    12:43 — Arquivado em: Sem categoria

15 de junho de 2007

Mistério na Floresta

 

O desaparecimento das receitas culinários dos moradores da floresta está dando muito trabalho às autoridades. Até agora não se sabe ao certo o que está acontecendo, no máximo algumas suspeitas.
A situação pirou depois que chapeuzinho vermelho sofreu um atentando, isso porque ela foi a única que não teve o livro de receitas roubado.
Chapeuzinho decidiu ir até a casa da sua avó entregar-lhe o livro para que ficasse em segurança, e nesse trajeto coisas estranhas começaram a acontecer.
Primeiro foi um lobo mal, que depois se descobriu que de mal nada tinha, tentou impedi-la de chegar até o seu destino, depois foi um lenhador que do nada apareceu na casa da vovozinha com um machado como se estivesse a posto para atacar.
Com a confusão armada os chefes de polícia foram até o local para investigar o caso e tentar encontrar o culpado.
Depois te varias horas de interrogatórios entre todas as partes, algo chamou a atenção, a participação meio camuflada do coêlho que no colher dos depoimentos percebeu-se que ele sempre aparecia para protagonizar um ou dois capítulos de cada situações, e o mais estranho é que ele em nada poderia ser suspeito, a principio ele se tratava apenas de mais um morador assustado com os últimos acontecimentos.
Mas como explicar o fato dele estar com chapeuzinho no meio da floresta quando ela iria entregar o livro a sua avó?Como explicar o fato dele dá algumas ajudinhas ao lobo quando tentava absorver algumas informações? E como explicar o fato dele aparecer assim do nada auxiliando o lenhador? E o mais estranho é que todos os envolvidos no caso, acabaram de um certo modo se encontrando na casa da vovozinha, e tudo com o ajuda do próprio dito cujo, ou seja, o coêlho. O mais engraçado, se é que pode se dizer assim, é que ele ainda nem foi chamado para prestar alguns esclarecimentos, muito embora seja um tremendo devorador de doces.
O caso ainda não foi elucidado e as investigações continuam, apesar de todos os indicadores apontarem para uma única evidência, a esperteza do tal coêlho.

criado por brendhacaldas    23:13 — Arquivado em: Sem categoria

14 de junho de 2007

Um por todos e todos por…Ops!Cadê a equipe?

“Um por todos e todos por um”. Com certeza você já ouviu essa expressão em algum lugar. Mas infelizmente esta famosa frase tem se mostrado diferente dentro de algumas empresas. Algumas têm adotado o contrario, tipo assim: cada um por si, a empresa por todos e Deus nessa altura do campeonato já vazou”. Essa sim, tem sido a realidade de muitos departamentos em determinadas empresas que agem em caráter particular e acabam deixando o trabalho de equipe em segundo plano.
Por enumeras vezes me questiono quanto ao fator da globalização, fico em duvida se as empresas já conseguiram maturidade o suficiente para ligar com as competições do dia a dia.
Será que os empresários estão atentos quanto à forma de trabalhar de seus funcionários? Será que as empresas estão incentivando suas equipes a trabalharem em conjunto?É bem provável que a maioria responda que não, que isso não faz muito diferença. Mas cuidado! Se você é um desses, sua empresa pode está perto do declínio ou no mínimo de uma guerra interna, onde não se sabe quem é o Bush ou Saddam Hussein.
O trabalho em equipe não só valoriza quem participa dele como desenvolve nos envolvidos um espírito social, onde cada um pode se preocupar com seu próximo. Afinal dentro de uma empresa não existem somente máquinas, não é mesmo?
Quando o trabalho em equipe é executado de maneira eficiente quem mais lucra com isso é a própria empresa que consegue extrair de cada um algo mais do que seria possível se o mesmo estivesse individualmente.
No geral quando o trabalho em conjunto é desenvolvido o resultado vai de “aceitável a ótimo”. Mas vale deixar claro e bem claro, o que denomina uma verdadeira equipe é a interação entre os membros, o respeito pelo trabalho executado e que esse mesmo trabalho possa favorecer também as outras equipes envolvidas e à organização como um todo. Por isso as grupificações, as famosas “panelinhas”, não são bem vista para quem quer por em pratica a cooperação. Levando em conta que cooperação é totalmente diferente de competição.
Infelizmente nossas empresas ainda não conseguiram desenvolver trabalhos de coletividade.Talvez creio eu, ainda falte força de vontade de ambos os lados, pessoas motivadas e empresas empenhadas em funcionários que consigam superar diferenças dentro de cada departamento.


Por: Brendha Caldas

criado por brendhacaldas    14:49 — Arquivado em: Sem categoria

Máquinas X Profissional: O Grande Duelo!

Coisas comuns entre os profissionais é a insegurança. Em busca de emprego ou uma promoção, essas pessoas normalmente ficam paralisadas.

Surge então perguntas do tipo: Será que me encaixo no que eles procuram? Será que tenho o perfil adequado? Será que consigo? São questionamentos que atormentam constantemente este profissional. Sem contar com a competição no mercado que sempre foi tão acirrada e que agora com a tecnologia ganha um concorrente a mais, as máquinas.

Muitos profissionais em determinadas situações, que podemos chamar de ‘em busca pela auto-estima’ acabam até criando um possível personagem na hora da entrevista, se mostram o funcionário nota 10, quase perfeito.Mas todo cuidado é pouco, afinal não é muito difícil imaginar que tanta perfeição não passa de um mero conto…

Hoje em dia quando entramos numa empresa, qual é a primeira coisa que se percebe dentro do seu ambiente? Se você parar bem para analisar cada detalhe verá que as máquinas estão por toda parte, que a tecnologia criou para as organizações o tão sonhado “funcionário exemplar”, só que com um pequeno probleminha, nessas máquinas lhes faltam a humanização do atendimento.

Por mais que esses instrumentos tecnológicos sejam eficazes eles ainda estão muito longe de se tornarem uma ferramenta que consiga atender as necessidades dos clientes, e que saibam, contudo desenvolver a fantástica arte de lidar com gente.
Tanta preocupação em mostrar eficiência quanto as suas aptidões à empresa A ou B, poderia sim, ser substituída pela capacidade em desenvolver habilidades sociais e a competência em relação à comunicação.

Tentar ser uma cópia fiel dessas engenhocas modernas como forma de demonstrar eficácia às empresas, na verdade é perigoso, afinal empresas precisam de pessoas, precisam estar atentos a todas aos processos humanísticos para que os clientes se sintam à vontade para solucionar de problemas.

Tentar compreender o semelhante é algo mais promissor do que simplesmente programá-lo. Clientes precisam desse contato físico e emocional com os funcionários, muito embora esses funcionários ainda utilizem os meios tecnológicos para seus afazeres do dia.

O papel das máquinas foi o de substituir o homem, e o papel do homem agora é o de substituir as máquinas fazendo exatamente aquilo que elas ainda não conseguem: atender as todas as peculiaridades humanas.

Por: Brendha Caldas

criado por brendhacaldas    3:17 — Arquivado em: Sem categoria
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